Recentemente, em Sessão Conjunta, o Congresso Nacional derrubou o veto à esterilização, tornando legal essa prática. Agora os grupos antivida trabalham para legalizar o aborto, o casamento de homossexuais, a eutanásia e outros atentados à vida e à família. Por outro lado, a imprensa noticia a implantação de cursos de educação sexual nas escolas, do jardim ao 2º grau. Como sabemos, esses cursos têm o objetivo de incutir em nossos filhos a contracepção, o aborto e outras práticas visando o controle de população.
No Congresso Nacional tramitam 7 projetos para legalizar a prática do aborto, destes, 6 foram apresentados por deputados do PT.
Esses projetos são apoiados pelo GPEPD - Grupo Parlamentar de Estudos e População. Esse grupo, existente nos países que têm um parlamento, é financiado com recursos da IPPF - International Planning Parenthood Federation, maior organização privada promotora da esterilização, do aborto e da contracepção. Por outro lado, os parlamentares são assistidos pelo CFÊMEA - Centro Feminista de Estudos e Assessoria, entidade feminista, lobista que, financiada pelo UNICEF, UNIFEM, pelas fundações Ford e MacArthur, faz "lobby" para aprovação daqueles projetos. Centenas de milhares de dólares são investidos para a mudança da legislação a fim de atender aos interesses eugênicos e políticos de países desenvolvidos. Essa intervenção de organismos internacionais e de governos estrangeiros, notadamente dos EE.UU., constitui uma intervenção indevida em nosso país e atenta contra a soberania nacional. O mais grave, é que, parlamentares eleitos pelo povo brasileiro defendam interesses de outros países, em detrimento de nossa soberania nacional. O eleitor precisa ser informado disso.
O que fazer? Como podemos evitar que, em nosso país, sejam legalizados os crimes do aborto, da eutanásia e outros?
Evidentemente que os defensores da vida não podem competir, em recursos financeiros, com entidades e organizações internacionais que investem centenas de milhões de dólares nos chamados projetos de população.
Mas temos uma arma poderosíssima e que não estamos utilizando: o voto. E estão próximas as eleições!
É muito importante que o eleitor tome conhecimento do trabalho parlamentar, que projetos apresentam, como votam nos projetos que tratam da vida e da família, que interesses defendem no Congresso Nacional.
Essa pressão é feita de várias maneiras: prestigiando os que votam em favor da vida e da família e protestando junto àqueles que defendem interesses alienígenas: aborto, contracepção, esterilização etc. É preciso salientar que os possíveis candidatos à eleição indicados pelos abortistas não podem, igualmente receber votos dos que defendem a vida. Cartas, telegramas, faxes, faixas nas ruas saudando o parlamentar que vota contra os projetos antivida e denunciando o voto dos que se opõem à vida, são maneiras de o eleitor se manifestar.
A recente revogação da lei municipal de Goiânia, que facilitava o aborto nos casos de estupro e risco de vida da mãe, foi um exemplo de como funciona a pressão sobre os parlamentares.
Por outro lado, as religiões ou grupos religiosos que se opõem ao aborto deveriam exibir nas portas de seus templos a relação dos parlamentares pró-vida e os abortistas, bem como os apoiados por estes com a legenda, por exemplo: "Quem é cristão não pode votar em quem defende o aborto ou vota pela sua legalização".
Essa prática não só exercita a cidadania como é uma grande arma para evitar que o aborto seja legalizado entre nós.
Se somos contra a legalização do aborto e nos omitimos, tornamo-nos coniventes. A Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família tem informado por diversas maneiras, ao seu alcance, como votam os parlamentares nas questões da vida e da família. Essas informações são prestadas, principalmente, através do Boletim Informativo, por fax e, mais recentemente, através da Internet em sua home page: "http://providafamilia.org". Com a divulgação dessas informações, estamos certos, de que na próxima renovação do Congresso Nacional, poderemos ter uma grande maioria de parlamentares realmente defensores da vida e da família. Que bispos, padres, pastores evangélicos e líderes espíritas que se opõem ao aborto, divulguem para seus fiéis as informações sobre o trabalho parlamentar no que se refere a defesa da vida e da família. Dessa maneira teremos uma população mais conscientizada e um futuro Congresso Nacional defensor da vida e da família.